domingo, 1 de abril de 2012
Procuro nos olhos uma verdade irreal, uma certeza incerta, um vestígio dos tempo bons. Mas não há mais tempo bom algum. Não há mais uma memória sequer. O último cigarro que fumamos perdeu o gosto meses atrás e um gosto amargo de abandono substituiu-o. Você arrancou tudo da minha cabeça, jogou no lixo como se houvesse significado algum. Eu lhe digo: ame, ame muito. Mas eu te peço pra não me abandonar... O que vai ser dessa vida sem você? Ame, ame quem quer que seja. Ame aos outros da mesma forma que eu lhe amo. Mas, me ame de volta. Não me abandone mais. Volta, fica. Nunca mais se vá. E vê se pára de partir... Estou cheia de despedidas.
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