domingo, 13 de novembro de 2011

Versos gélidos

Manhã gelada
E o calor que aquece
O frio que permanece
Vento típico da geada

Tomo um café, acendo meu cigarro
Vejo o dia que passa
Em um ritmo desacelerado
Me parece que tudo que tenho, basta.

Meus versos que imploram por calor
Choram todas minhas lágrimas
Procurando espantar a dor
E de tudo isso, restam-me as lástimas.

Do que me faltou
E que sempre fará falta
Esse coração que nunca amou
Irá um dia ceder-me a graça?

Nenhum comentário:

Postar um comentário