sexta-feira, 29 de julho de 2011

Frenético

Hoje acordei com um milhão de sensações: carinho, saudades e junto a isso, sinto que meus calcanhares doem. Poderia escrever diversas metáforas para cada uma das sensações, mas tenho preguiça transbordando de modo que não se esconde. Sempre presente, por sinal. Ócio que me consome, mas algo tem que ser feito. Levanto-me da cama e tais sensações acompanham-me como se estivessem penduradas, suspensas no meu corpo, tamanha a intensidade de cada uma. Arejar foi tranquilizante, sair de casa é sempre melhor do que parece. Sentir o ritmo da cidade, que, mesmo que não me acompanhe, está presente de um jeito ou de outro. Ritmo louco, frenético. Até que eu gosto. Chego na farmácia e busco por band-aids para cobrir as feridas nos meus calcanhares. Por fim estou fazendo o caminho de volta, para então começar o dia outra vez, outra rotina e outros calcanhares.

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