segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

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Como já diria Cazuza: "O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraiso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não doi."
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Um tanto quanto suicida, pelo meu ponto de vista. Mas é pura verdade. E ainda é cedo, não digo cedo para desistir do amor, mas quando algo sobre a sua perspectiva sobre o amor pode mudar ao ler algo assim. Pode ser bom ou ruim, depende de como você for interpretar.

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