De tanto amar
Transbordei
As bordas escorriam
Não pude deixar de perceber
Que de tanto amor só sobrou dor
E rugas
Cansei de me preocupar
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
18:01
Sou um disco velho e riscado. Toco só as minhas favoritas, que são todas. Todas que me lembram você, e não são poucas. E você é como filme de máquina velha e quebrada... Que insiste em vagar minha mente com algumas fotos parecidas. Você nunca queria tirar fotos suas. Sempre minhas e das flores, que sempre sorriam e posavam sob a luz forte do sol. Fez de nós tuas musas e...................................................................................................................................................................... Cadê você? Estive te esperando debaixo da árvore mais bonita do parque durante alguns meses e você não aparece nunca. As flores me cumprimentaram na primavera e agora inclusive já se despediram, e nada de você aparecer. Só te espero pois sei que um dia você vem, não é nada típico seu sair sem dar tchau. Conheço suas manias... Aliás, vou aproveitar pra me desculpar pelas algumas vezes que dormi sem lhe dar um beijo de boa noite. Sei que dormiria bem só por estar ao seu lado, mesmo que em pensamento. Eu sei que sente o mesmo. Cê ainda não sabe, mas vai descobrir.
p.s.: mesmo horário de sempre?
Te amo
p.s.: mesmo horário de sempre?
Te amo
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Sono
Meus olhos pesam... Olhos? Semi-abertos permanecem até o fim. Permanecerão. Permanecerão, será? Não me esforço pra abrir tampouco pra fechar. Pesam bastante até... E permanecem semi-abertos.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Novela
Somos o amor sem romance
Somos o romance que não sabemos que temos
Você me tem e vice-versa
Uma pena que no meio disso
Meio que nos perdemos
Nem ao menos sabemos
Embora às vezes ache que tu me tens demais
E eu lhe tenho de menos
E nesse ter ou não ter, prefiro fingir esquecer
Quem sabe um dia ‘cê não vem atrás
Do que nunca deixou de te pertencer
Somos o romance que não sabemos que temos
Você me tem e vice-versa
Uma pena que no meio disso
Meio que nos perdemos
Nem ao menos sabemos
Embora às vezes ache que tu me tens demais
E eu lhe tenho de menos
E nesse ter ou não ter, prefiro fingir esquecer
Quem sabe um dia ‘cê não vem atrás
Do que nunca deixou de te pertencer
domingo, 15 de janeiro de 2012
Pseudo-qualquer-coisa
Deixei doer
De repente, fiz a dor desaparecer
Devagar, divaguei
Devagar, descansei
Desapareci de vez
De repente, fiz a dor desaparecer
Devagar, divaguei
Devagar, descansei
Desapareci de vez
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